terça-feira, 4 de maio de 2010

Plataforma de Petróleo no Golfo do México o que aconteceu?


A Explosão da Plataforma de Petróleo no Golfo do México
"A história oficial é uma estória da carochinha"


Fato: Uma plataforma marítima de exploração de petróleo explodiu no Golfo do México, na noite de 20 de abril de 2010.

Explicação oficial do ocorrido: A explosão foi causada pela ignição de gases que saiam da perfuração feita pela plataforma.

O que realmente aconteceu [1]: A plataforma foi torpedeada por um submarino norte-coreano.

Vamos aos detalhes: A Coréia do Norte continua em um estado de guerra contra a Coréia do Sul, porque a Coréia do Sul se recusou a assinar o Armistício de 1953, que encerrou a Guerra da Coréia. Portanto, sob as leis de guerra em vigor ações militares ofensivas são permitidas entre esses dois países.

Os EUA decretou um bloqueio total de todas as mídias com relação ao torpedeamento, pela Coréia do Norte, da plataforma de petróleo gigante Deepwater Horizon pertencente à maior empresa de perfuração marítima do mundo, a Transocean, que foi construída e financiada pela empresa da Coréia do Sul chamada Hyundai Heavy Industries Co. Ltd. Isso causou grande perda de vidas, incontáveis bilhões de dólares de prejuízo econômico para a economia da Coréia do Sul e uma grande catástrofe ambiental para os Estados Unidos da América.

Quanto ao ataque em si, o relatório secreto russo [1] informa o seguinte: o "navio cargueiro" norte-coreano Dai Hong Dan, com uma tripulação constituída por tropas suicidas da 17th Sniper Corps (Décima Sétima Unidade de Franco-Atiradores), deixou a Empresa Terminales Mambisas de La Habana, em Cuba, no dia 18 de abril de 2010, com destino a Puerto Caballero, na Venezuela, mas "desviou-se muito" do percurso projetado, chegando a 209 quilômetros (130 milhas) da plataforma de petróleo Deepwater Horizon que estava localizada a 80 quilômetros (50 milhas) da costa do estado norte-americano da Louisiana. Neste ponto, esse navio lançou um mini-submarino da classe SSC Sang-o (classe Yugo) que estima-se ter um alcance operacional de 321 quilômetros (200 milhas).

Na noite de 20 de abril o mini-submarino norte-coreano, manejado por esses soldados suicidas do 17th Sniper Corps, atacou a Deepwater Horizon com dois torpedos incendiários, causando uma grande explosão que resultou na morte imediata de 11 trabalhadores dessa plataforma de perfuração de petróleo. Praticamente 48 horas mais tarde, em 22 de abril, este mini-submarino norte-coreano cometeu sua atrocidade final explodindo-se diretamente abaixo da Deepwater Horizon, causando o afundamento desta plataforma de um bilhão de dólares, causando uma das maiores catástrofes ambientais do nosso mundo exatamente no dia de celebração do Dia da Terra de 2010 (22 de abril).

O relatório secreto [1] informa que a razão para o ataque à Deepwater Horizon foi apresentar ao presidente B. Obama, dos EUA, um dilema muito complicado, antes da abertura oficial da conferência United Nations Review Conference of the Parties to the Treat on the Non-Proliferation of Nuclear Weapons (NPT), prevista para começar hoje (03.05.2010) em Nova Iorque.

[continua]

Referência:
[1] http://www.whatdoesitmean.com/index1367.htm

TV EMBURRECE


Estudo com mais de mil crianças mostra que assistir à televisão emburrece
Pesquisadores afirmam que este é um "problema de saúde pública"

Uma polêmica que está sempre indo e vindo, virou hit com os Titãs ("a televisão me deixou burro muito burro demais") e é alvo de inúmeros estudos científicos volta à tona a partir de uma nova e enorme pesquisa da Universidade de Montreal, no Canadá: assistir à televisão emburrece as crianças, como mostra reportagem do The Independent .

Os cientistas acompanharam 1.314 crianças nascidas em Quebec entre 1997 e 1998, com idades entre 29 meses (2 anos e meio) e 53 meses (4 anos e meio) até chegarem aos 10 anos. Seus pais precisavam relatar quantas horas os filhos assistiam à TV e os professores avaliavam a evolução acadêmica delas, suas relações psicosociais e seus hábitos de saúde. Em média, as crianças de 2 anos assistiam a 8,8 horas por semana à TV e as de 4 anos, uma média de 15 horas por semana. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira no Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine.

Os pesquisadores descobriram que os pequenos que passavam mais tempo em frente à telinha eram piores em matemática, comiam mais junk food e sofriam mais bullying de outras crianças.

As descobertas mostram que há evidências científicas de que a TV prejudica o desenvolvimento cognitivo e que o governo canadense deveria limitar o número de horas das crianças em frente à TV. Os pediatras americanos já recoemdnam que aquelas com menos de 2 anos não deveriam assistir à TV alguma e as mais velhas deveriam ter um limite diário de 2 horas por dia no máximo. A França já proíbe programas para crianças com menos de 3 anos e a Austrália recomenda que as entre 3 e 5 anos não assistiam a mais de uma hora por dia.

Os cientistas que conduziram o estudo afirmaram que a fase pré-escolar é importantíssima para o desenvolvimento do cérebro e que o tempo em frente à TV é um desperdício e pode levar à aquisição de hábitos ruins. A autora do estudo, Linda Pagani, da Universidade de Montreal, disse que o impacto negativo de se assistir à TV nesta idade permanece por toda a vida.

Nossa descoberta mostra que este é um problema de saúde pública e que deveria existir um guia com diretrizes da Academia America de Pediatria sobre o número de horas recomendado em frente à TV.

O psicólogo Aric Sigman, que fez a revisão de 30 estudos científicos sobre TV e computadores, disse que os programas mostrados nos aparelhos modernos têm uma velocidade de edição mais rápida, sons mais altos e cores mais intensas do que nos anos 60 e 70, e que isso afetaria "dramaticamente as nossas mentes".

quarta-feira, 28 de abril de 2010

EUA preparam arma do "fim do mundo" não nuclear



Em uma recente entrevista dada ao jornal americano The New York Times, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, revelou que sua administração deu sinal verde para o estudo e desenvolvimento de um novo tipo de conceito de ataque militar, sem o uso de armas nucleares mas com o mesmo poder destrutivo. Tal conceito chama-se Prompt Global Strike, um sistema de ataque com mísseis e armamento "convencional" que pode atingir qualquer ponto do planeta em até uma hora.

Apoio político e financeiro ao projeto não falta. Robert Gates, o secretário da Defesa, revelou na emissora americana ABC o que a administração já abraçou o Prompt Global Strike. Prova disso são os US$ 250 milhões que Obama pediu ao Congresso para explorar a tal alternativa, que combina tecnologia militar e aeroespacial de ponta. John McCain, candidato presidencial republicano em 2008, também já manifestou o seu apoio a um programa que tem tanto de "caro como de essencial".

As reservas relativas à nova geração dos mísseis Trident, inicialmente pensados para incorporar o "Prompt Global Strike", fez com que muita gente no Departamento de Defesa se virasse para alternativas. A resposta deverá ser um míssil cujo projeto chama-se X-51: uma arma que os radares de Pequim e Moscou teoricamente não confundirão com um míssil nuclear.

Utilizando tecnologia espacial da NASA, esta será a única arma não nuclear capaz de atingir velocidade de Mach-5 (5.793 quilômetros por hora) e que utiliza os efeitos brutais da velocidade hipersônica para destruir os alvos com a força cinética aliada a uma ogiva "convencional".

De acordo com o Pentágono, este sistema não estará operacional antes de 2015 e o mais provável é que o seu desenvolvimento se prolongue até 2020. De acordo com a ficção científica militar americana, essa arma pode ser lançada de um bombardeiro B-52 e seria capaz de estilhaçar uma central nuclear iraniana ou norte-coreana, destruir um navio carregado de armamento no Oriente Médio ou ainda explodir o esconderijo de Bin Laden — que os Estados Unidos desistiram de encontrar há muito.

Tudo isso com cinematográfica "precisão extrema", em poucos minutos e com uma potência localizada equiparada à de uma bomba nuclear. E tão "humanitária" que não "sujaria" o ambiente ao redor, como acontece com a radiação emitida em uma explosão atômica.

Pentágono prevê ativação até 2015
O Pentágono espera posicionar uma primeira versão da nova arma em 2014 ou 2015. Mas mesmo segundo os prazos mais otimistas, um conjunto completo de mísseis, ogivas, sensores e sistemas de controle só deverá entrar para o arsenal entre 2017 e 2020, muito depois de Obama ter deixado o governo.

O planejamento do PGS está sendo chefiado pelo general Kevin P. Chilton da Força Aérea, o mais alto oficial do Comando Estratégico das Forças Armadas e o homem encarregado pelo arsenal nuclear americano. Na administração Obama, a nova parte do trabalho do general Chilton é conversar a respeito de "alternativas convencionais".

Falando a partir da Base Offutt da Força Aérea, o general Chilton descreveu como a capacidade convencional oferecida pelo sistema proposto daria ao presidente "mais opções".

"Hoje, nós podemos apresentar algumas opções convencionais ao presidente para atacar um alvo em qualquer parte do globo, variando de 96 horas a várias horas, talvez quatro, cinco ou seis horas", disse Chilton. "Isso, contudo, não seria rápido o bastante", destacou, "caso chegasse um dado do setor de inteligência sobre uma movimentação de terroristas da al-Qaida ou o lançamento iminente de um míssil".

"Se o presidente quiser agir contra um alvo em particular mais rapidamente do que isso, a única coisa mais rápida que temos é uma resposta nuclear", disse.

O que é
O Prompt Global Strike (PGS) é uma iniciativa militar americana que pretende desenvolver um sistema capaz de desferir um ataque militar convencional em qualquer parte do mundo em apenas uma hora, do mesmo modo que um ataque militar nuclear pode ser realizado atualmente com mísseis balísticos.

Como declarado pelo general americano James Cartwright, "hoje, a menos que se decida pelo uso de armas atômicas, gasta-se dias, talvez semanas", até que um ataque militar com forças regulares possa ser lançado.

O objetivo desse sistema é prover de capacidade rápida de ataque convencional a partir do território dos Estados Unidos contra qualquer parte do globo terrestre em um caso de emergência ou conflito. O sistema PGS será implementado para complementar as outras partes do sistema estadunidense de agressão global, com um sistema que pode desferir um ataque contra qualquer lugar do planeta ou do Espaço em até 60 minutos.

O sistema é visto pela administração Obama como um meio de reduzir o arsenal nuclear e os gastos envolvidos nele, enquanto mantém capacidade idêntica de destruição. Entretanto, esse sistema é capaz de, ao ser acionado, ativar os sistemas de defesa nucleares de Rússia e China, o que teria feito a administração Bush engavetar o projeto.

Ainda não estão claros os detalhes técnicos e as precauções que deverão ser tomadas para assegurar a esses países que o míssil lançado não carrega ogivas nucleares. Alguns técnicos militares sugerem mísseis de trajetória de baixa altitude ou até inspeção dos sítios de lançamento por russos e chineses.

A tecnologia desse sistema preocupa tanto outras nações que a administração Obama acabou cedendo às exigências da Rússia para que os Estados Unidos desativem um míssil nuclear para cada míssil PGS. Essa disposição foi tratada no último acordo fechado entre EUA e Rússia, assinado por Obama e Medviédev em Praga.

Em 11 de abril, o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, indicou que o país já possui capacidade para desferir um ataque pelo Prompt Global Strike. O tratado assinado entre russos e americanos em 8 de abril não distingue armas nucleares de convencionais, significando que cada míssil do sistema PGS ou ogiva nuclear será considerado para os limites de armamento estipulados no acordo. Entretanto, o Departamento de Estado dos EUA declarou que isso não deve interferir nos planos de desenvolvimento do PGS, já que não ultrapassaria o limite estabelecido.

www.vermelho.org.br
http://port.pravda.ru/science/29426-0/