sábado, 26 de março de 2011

Água pega fogo


John Kanzius, um senhor de 63 anos da Flórida,recebeu um diagnóstico de que estava com câncer e resolveu dedicar seu tempo livre para lutar contra a doença. Na garagem de sua casa, ele inventou uma maquina que emite uma determinada frequência de ondas de rádio para tentar matar células cancerosas enquanto deixa as células normais intactas. Enquanto testava seu invento, ele percebeu que a máquina tinha outras habilidades inexplicáveis.

Após encher um tubo de ensaio com água salgada de um canal que corria nos fundos de sua casa, Kanzius colocou o tubo e um papel toalha na máquina e ligou. Surpreendentemente o papel molhado pegou fogo, iluminando a sala como se fosse uma vela de cera. Kanzius repetiu o experimento, dessa vez sem o papel e para seu total espanto, o fenômeno se repetiu. A água pegou fogo diante de seus olhos.

Kanzius disse que a chama criada pela máquina ultrapassa a temperatura de 1648 graus centígrados. Um amigo químico que se impressionou com o experimento, contou a Kanzius que a altíssima temperatura da chama, se deve a quebra da ligação molecular do hidrogênio e do oxigênio, que formam a água, permitindo assim que o hidrogênio queime.
John Kanzius está “nas nuvens” com seu invento, que pode realmente revolucionar a questão da deficiência energética no planeta: ” Você pode captar água salgada do mar e colocar ela em contêineres especiais que produzirão um fogaréu violento, que gerará calor que poderá ser usado para gerar eletricidade e outras formas de energia” diz Kanzius.

O sistema poderia ser usado como combustível de autofornos, o que reduziria o consumo do carvão vegetal, preservando árvores.
A verdade é que a invenção de Kanzius parece ter colocado em estado obsoleto todo o trilionário e arriscado investimento na geração de energia nuclear. Como o sistema de Kanzius necessita de uma baixa quantidade de energia elétrica para desencadear a ignição da água, o sistema poderia ser usado para gerar energia com água do mar e usaria esta energia gerada para se realimentar, num sistema cíclico, barato e eficiente que poderia ajudar o planeta a reduzir as usinas de carvão, os maiores poluidores do ar.
Agora neste exato momento, engenheiros estão estudando com ele uma maneira de adaptar seu invento de modo que possa ser usado em um motor. É possível ainda que o invento dele possa acelerar o processo de popularização do carro movido a hidrogênio.
Embora pareça mais um daqueles malucos de garagem americanos, John Kanzius é um especialista em radiofrequências e eu até descobri um artigo de autoria dele em conjunto com um monte de PHDs sobre o uso de nanotecnlogia usando as ondas de RF para tratamento do câncer. Assim, não é qualquer um que liga meia duzia de fios e descobre a pólvora. O cara sabia o que estava fazendo. A surpresa foi a água pegar fogo.
Fonte WPBF

Via Láctea pode conter 2 bilhões de planetas com vida alienígena


Ultimamente, os cientistas andaram fazendo cálculos e tentando encontrar probabilidades e porcentagens para a vida alienígena no universo.

Agora, esse número acaba de aumentar: um novo estudo mostra que aproximadamente uma em cada 37 ou uma em cada 70 estrelas como o sol podem abrigar vida extraterrestre. Os dados sugerem que bilhões de planetas como a Terra podem existir na nossa galáxia.

Os novos cálculos são baseados em informações do telescópio espacial Kepler, que em fevereiro surpreendeu o mundo ao revelar mais de 1.200 possíveis mundos alienígenas, incluindo 68 planetas do tamanho da Terra.

O telescópio chegou a essas conclusões observando o escurecimento que ocorre quando um planeta transita ou passa diante de uma estrela.

Em seguida, os pesquisadores da NASA filtraram esses dados, e focaram nos planetas do mesmo tamanho que a Terra em zonas de habitabilidade de suas estrelas, isto é, dentro de órbitas onde a água líquida pode existir na superfície desses mundos.

Depois de analisarem quatro meses de dados, os cientistas determinaram que 1,4 a 2,7% de todas as estrelas parecidas com o sol devem ter planetas semelhantes à Terra (entre 0,8 e 2 vezes o diâmetro da Terra, e dentro da zona de habitabilidade de suas estrelas).

Isso significa dois bilhões de análogos da Terra na nossa galáxia. E isso só na nossa galáxia: há 50 bilhões de outras galáxias, até onde sabemos. Por isso, os cientistas acreditam numa boa chance de encontrar vida, talvez até mesmo vida inteligente, lá fora.

No futuro próximo, os cientistas prevêem que um total de 12 mundos semelhantes à Terra poderão ser encontrados. Quatro deles já foram vistos nos quatro meses de dados divulgados até agora.

Quando se trata das 100 estrelas parecidas com o sol mais próximas do nosso planeta, algumas dentro de um ano-luz de distância, os resultados sugerem que apenas cerca de 2 mundos semelhantes à Terra podem ser encontrados.

E tais números podem subir. As estrelas anãs vermelhas também podem hospedar planetas semelhantes à Terra, e essas estrelas são muito mais comuns do que as estrelas parecidas com o sol. Porém, é muito mais difícil detectar um planeta do tamanho da Terra em trânsito na frente de uma anã vermelha, então os cientistas estão tentando identificar os planetas em volta dessas estrelas pela força gravitacional que eles exercem uns sobre os outros.

Fonte: http://hypescience.com/nova-estimativa-nossa-galaxia-pode-conter-2-bilhoes-de-planetas-com-vida-alienigena/

sábado, 22 de janeiro de 2011

Nosso universo não foi o primeiro


Outros universos tem sido teorizados por anos, mas agora esta teoria foi fortificada por evidência fotográfica.

O National Geographic escreveu que uma recente análise da radiação de fundo das microondas cósmicas (CMB – Cosmic Microwave Background) mostra anéis de microondas, e a temperatura dentro destes anéis é distribuída bem uniformemente, mais do que outras partes do “céu CMB”.

Roger Penrose, da Universidade de Oxford e Vahe Gurzandyan, do Instituto de Física Yerevan, escreveram que esses anéis são ecos de um universo cíclico (“cyclic universe”, em inglês).

De acordo com o site do National Geographic, uma explicação possível para estes anéis é que eles foram criados quando buracos negros colidiram em um universo anterior… …Cientistas acham que quando dois buracos negros colidem, eles emitem ondas de energia conhecidas como ondas gravitacionais. Quanto mais massa tiverem os buracos negros, mais numerosas e poderosas serão as ondas.

Estas ondas gravitacionais distorcem o “tecido de espaço-tempo” e, de acordo com Penrose e Gurzadyan, as ondas podem deixar impressões de sua passagem na forma de padrões similares a anéis.

Se o nosso universo é um, dentro de uma série de universos, isto significaria que os anéis sobreviveram o nosso “Big Bang” e agora nos permitem ver através dele, para dentro de outros períodos, escreveram Penrose e Gurzadyan em seu estudo.

Suas deduções tem encontrado resistência dentro da comunidade astrofísica, e três trabalhos já foram escritos para combater estas alegações. Até que mais seja aprendido, isto deverá permanecer como somente uma teoria – embora seja muito impressionante.

Cientistas da NASA já sabiam a respeito do calor deixado pelo Big Bang, também chamado de CMB, desde 1965. De acordo com a NASA, isto tem sido estudado para aprender sobre as condições do universo em ampla escala; e a descoberta de outros universos é uma ampla descoberta.

Embora esta teoria apoia a dos universos cíclicos, ela não sugere que universos alternativos existam em paralelo ao nosso, os quais são teorizados por outros cientistas. E não precisamos nem mencionar o que implicaria a existência de outros universos, no contexto da possibilidade de vida extraterrestre.

Fonte:

http://www.orbum.org/2011/01/cientistas-podem-ter-descoberto-que-nosso-universo-nao-foi-o-primeiro/

news.nationalgeographic.com